segunda-feira, 31 de outubro de 2011

3,668,346,188

É o meu número, de entre os 7 mil milhões de seres humanos existentes no Planeta Terra. A BBC criou uma ferramenta que permite calcular aproximadamente a nossa posição no crescimento populacional do Planeta. Experimentem saber o vosso número aqui.

                

Vamos ajudar a Inês a chegar à final

O nosso voto é útil, necessário e serve para apoiar alguém que, para variar, tem muito talento.  Em momentos de crise e de desânimo, precisamos de pessoas com garra e com qualidade. Custa tão pouco ligar 760100811... e em cada actuação a Inês levará sempre um bocadinho de nós.

            


Zona de conforto

O jovem português desempregado em vez de ficar na "zona de conforto" deve emigrar, disse o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Alexandre Miguel Mestre.   
Zona de conforto aqui, não vejo nenhuma, a não ser talvez a casa de V. Exa. Sendo assim, em vez de dizer asneiras, porque é que não vai V. Exa.? Emigre, Sr. Secretário de estado, emigre!  Deixe-nos a todos mais aliviados sem o peso da sua inteligência.  
                  

Opções de gestão

CTT gastam 10,5 milhões com dispensa de mais de 100 pessoas

A somar aos cerca de 500 euros mensais que pagam às empresas ou instituições que ficam a assegurar os serviços de correios nas localidades onde os postos de CTT estão a ser encerrados, expliquem-me lá onde é que está a poupança? Onde é que está a inteligência da medida? Onde é que há aqui algum tipo de estratégia ou de contributo para o desenvolvimento do país?

É ou não é a prova de que quem decide, o faz a seu bel-prazer, ignorando as necessidades das populações, desprezando a vida daqueles que para eles trabalham, contribuindo para a destruição do país?

Realmente, que mais resta senão emigrar?
             

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Miguel Hernandez




LETRILLA DE UNA CANCIÓN DE GUERRA

Déjame que me vaya,
madre, a la guerra.
Déjame, blanca hermana,
novia morena.
Déjame.
Y después de dejarme
junto a las balas,
mándame a la trinchera
besos y cartas.
Mándame.
     

Requerimento

A Freguesia de Sobral da Adiça, no concelho de Moura, foi atingida pelo mau tempo que se abateu sobre o concelho, na noite de ontem.
A Ribeira da Perna Seca voltou a transbordar provocando, segundo João Diniz presidente da Junta de Freguesia local, inundações nunca antes vistas, superiores mesmo às registadas em 1997, quando as águas da referida ribeira galgaram as margens provocando enormes prejuízos e uma vítima mortal.
Ao local acorreram vários elementos e viaturas da corporação dos Bombeiros Voluntários de Moura para prestar auxílio à população, desconhecendo-se para já se existem vítimas e quais os dados causados.
Segundo vários populares um automóvel que circulava na Estrada Nacional 385, que liga Sobral da Adiça a Ficalho, terá sido arrastado pela água tendo os ocupantes conseguido escapar. Nesta altura o acesso a esta freguesia, do concelho de Moura, está bastante dificultado já que a Estrada Nacional 385 e a Estrada Nacional 255-1 encontram-se bloqueadas.
Recorde-se que a obra de regularização da Ribeira da Perna Seca já se encontrava a decorrer há cerca de um mês, uma intervenção que ronda os 2 milhões de euros.

Em meu nome e certamente, em nome de muitos munícipes do concelho de Moura venho por este meio requerer aos senhores Deputados na Assembleia da República que votaram contra o apoio financeiro do Estado à realização desta obra, e aos senhores governantes e ex-governantes que consideraram sempre  a intervenção na Ribeira da Perna Seca como uma questão pouco importante e nada prioritária, remetendo-a para as calendas gregas, que se desloquem hoje ainda ao Sobral da Adiça para comprovarem no local que não passam de uns idiotas. A obra é necessária e prioritária e os senhores são os responsáveis por todos os danos causados. 
            


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Exactly


Copiado daqui
Eu avisei que era um blogue a não perder de vista...
      

Portugueses de segunda

É em Moura que se nota mais o problema. "Precisávamos de um hospital mais perto, salvava-se a vida de muita gente", diz Joana Rim, também proprietária de um café no centro da vila. O Hospital de Moura fechou vai para 25 anos, faz as contas de cabeça pela idade do filho, que já foi nascer a Beja, para onde são quase sempre encaminhados numa urgência. "Desde então já morreu muita gente pelo caminho e outras crianças nasceram também na ambulância." Até Beja é uma hora certa de viagem. Se forem para o Hospital Espírito Santo, em Évora, que também abrange o concelho de Moura, são mais 20 minutos. Segundo os dados da ERS, o Hospital São Paulo, em Serpa, também é uma opção: está mais perto, a 40 minutos de viagem.
Para ler no jornal i.
           

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Caixas negras

Estou a ver Pedro Passos Coelho na televisão, a avisar que vai ser preciso entrar «na caixa negra que é a Administração Pública, o Estado e as empresas públicas e refazer grande parte da engenharia que la está». A propósito de caixas negras, eu pergunto: Já alguém encontrou a caixa negra onde o primeiro ministro guardou a ética e a integridade? Estão a fazer-lhe muita falta.
                         

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Esforço, dedicação, devoção e glória

Hoje tinha de ser. Tenho andado aqui caladinha, caladinha, mas hoje... Spoooooorting! Grande equipa, grande treinador. Assim vale a pena.

Continuo inconformada com as escadas de Alvalade pintadas de verde, mas pronto... Adiante.

Uma curva belíssima
Uma equipa fantástica...
                           

Rafael

"Há um ano que nos apercebemos de que as crianças gozavam com as orelhas do Rafael, mas pensávamos que era uma situação resolvida. É de lamentar, sinceramente. Ele era um menino querido". As palavras são de uma professora da Escola Pedro Santarém, em Benfica, Lisboa, onde estudava Rafael Pereira – a criança de dez anos que anteontem de manhã enrolou uma corrente ao pescoço e terminou com a vida quando estava em casa sozinho. Segundo uma vizinha, o menino estava "cansado de ser gozado".
Há um ano que se aperceberam, mas ninguém fez nada para evitar. O que é de lamentar é que as nossas escolas continuem a  permitir que estas situações aconteçam, só "para não se meterem em conversas de rapazes", só "para não arranjarem chatices".

A vida do Rafael resume-se agora a isto, meia dúzia de linhas num jornal sensacionalista. Mas antes, houve muitos dias, muitas alegrias e tristezas, muitas esperanças e projectos para o futuro. O Rafael não era apenas um "miúdo de 10 anos". Na realidade, faria 12 anos em Novembro e era o leitor número 6597 desta Biblioteca. Passou muitas das suas horas livres no Pólo de Santo Amador, uma aldeia que hoje está de luto e chora a morte de um dos seus meninos.

Como muitas outras, a família do Rafael deixou o Alentejo e foi à procura de uma vida melhor na "civilização". E essa civilização deu-lhe um bando de miúdos egoístas e mal formados que o magoaram até à exaustão sem que ninguém mexesse um dedo para o defender, para o ajudar.

Infelizmente, o sistema não tem consciência, e limita-se a lamentar, "sinceramente".
           

domingo, 23 de outubro de 2011

Já vai tarde

Para um governo que fez tanto alarido por viajar em classe económica, gabando-se dos pequenos exemplos com os quais ia endireitar Portugal, fica agora muito mal este ar de dama ofendida porque chegou ao conhecimento público o subsídio de alojamento que o ministro Miguel Macedo recebia. Viver em Lisboa e declarar como residência a cidade de Braga para beneficiar de um apoio financeiro extra até pode ser legal, mas continua a ser uma vergonha. Renunciar era o mínimo que podia fazer.


Horas extra

Graças à persistência da RTP, já vi (visualizei, como se diz agora) muito mais páginas do novo livro de José Rodrigues dos Santos do que aquelas que pretendia. Para o catalogar chegava-me a página de rosto.

Só há uma coisa que me preocupa. Com tanta entrevista no mesmo dia, como é que ele conseguiu escrever as 10 páginas que tinha agendadas para ontem? Vai ter de fazer trabalho extraordinário...

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Quem foi o cérebro da ideia?


Quem teve a triste ideia de pintar as escadas no interior do Estádio de Alvalade de verde? Além da questão óbvia de não haver piada nenhuma em pisar a cor verde, roubaram toda a alegria ao Estádio... Voltem a pôr tudo como estava, se faz favor!



Antes...



... e depois!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

É o delírio... Quem nos salva?

PSD quer que portugueses juntem atributos de águia, dragão, leão e formiga.

Importavam-se de, pelo menos, não gozarem connosco?
           

Someone like you

Esta música é um hino a pessoas corajosas. Pessoas que perderam, que se sentem dolorosamente sozinhas mas não têm vergonha de o admitir, pelo contrário, que o fazem com dignidade e grandeza. É uma música lindíssima e no entanto, hesitei imenso em pô-la aqui. É que há uma coisa que esta música não é. Não é pessoal. Ao contrário de tantas músicas que aqui pus ao longo dos meses porque tinham um significado especial naquele momento, esta tem um lugar no Açúcar só porque é uma das músicas mais bonitas que já ouvi e não me canso de a voltar a ouvir e ouvir e ouvir.



             

Aleluia! Aleluia!

"Mudou o Governo, mas eu não mudei de opinião. Já o disse anteriormente e posso dizê-lo outra vez: é a violação de um princípio básico de equidade fiscal", afirmou o chefe de Estado.
             

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Tenho asas

Este blogue é bem capaz de ter sido uma das coisas mais importantes que fiz na minha vida, não pelos outros, mas por mim. Quase onze anos depois daqueles dias em que a minha vida colapsou, confirmo que estou viva e de pé. E salto.


                     

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O lado bom da crise portuguesa

Tudo tem um lado bom. No caso das recentes políticas governativas que ameaçam conduzir o país a um estado muito próximo do coma, há pelo menos uma coisa boa: o reaparecimento em público de João Proença, secretário-geral da UGT.

Folgo em vê-lo assim, homem, activo, de boa saúde, reivindicativo... Até pensava que já se tinha reformado. Há pr'ai uns seis anos que não lhe punha a vista em cima, mas agora todos os dias aparece nos telejornais. Fico contente por si!

domingo, 16 de outubro de 2011

Publicidade enganadora


Em algumas lojas Continente, os edredons (é assim que se escreve?) estão com promoção, mas não na loja de Beja, apesar da informação que consta do folheto promocional e que podem comprovar na imagem. Reclamei, mas não adiantou. A promoção, em Beja, só começa amanhã, ordens de uma senhora doutora que falou ao telefone com a D. Rosa que estava de apoio à secção. Ah, e cuidado com os preços marcados, não correspondem à verdade quando se chega à caixa. É claro que os edredons (não sei mesmo se é assim que se escreve) que eu queria trazer ficaram a dormir... dentro da loja. 

Por causa cá dumas coisas até me apetece dizer: É o esplendor do sector privado.

sábado, 15 de outubro de 2011

Manuel da Fonseca, 100 anos

Antes que Seja Tarde

Amigo,
tu que choras uma angústia qualquer
e falas de coisas mansas como o luar
e paradas
como as águas de um lago adormecido,
acorda!
Deixa de vez
as margens do regato solitário
onde te miras
como se fosses a tua namorada.
Abandona o jardim sem flores
desse país inventado
onde tu és o único habitante.
Deixa os desejos sem rumo
de barco ao deus-dará
e esse ar de renúncia
às coisas do mundo.
Acorda, amigo,
liberta-te dessa paz podre de milagre
que existe
apenas na tua imaginação.
Abre os olhos e olha,
abre os braços e luta!
Amigo,
antes da morte vir
nasce de vez para a vida.

Manuel da Fonseca, in "Poemas Dispersos"
         

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A minha vida de funcionária pública

Sou funcionária pública desde os 17 anos, tenho agora 41. No próximo ano completarei 25 anos de serviço público. Desde o meu primeiro dia de trabalho procurei sempre dar o meu melhor. 

Foi o meu salário de funcionária pública que me permitiu pagar os estudos, frequentar a universidade, tirar a licenciatura, a pós-graduação, iniciar o mestrado e agora o doutoramento que tenho de repensar porque provavelmente não vou conseguir pagar as propinas.

Tenho 3 filhos, com os quais vivo sozinha. Na minha casa só entra um ordenado, que é o meu. É pouco mais de mil euros, por isso tenho vindo a ser roubada ininterruptamente desde há alguns anos. A expressão "incentivos a famílias numerosas" tem a vaga conotação de piada de mau gosto. Até agora ainda tinha direito ao abono de família (caramba, sou mesmo pobre!!!), mas esse privilégio extraordinário deve estar a acabar.

A minha casa é só parcialmente minha. A esta altura devo ser a feliz proprietária da entrada, do corredor e talvez do quarto da minha filha mais velha. O resto ainda é do Banco. Quando pensava que ia começar a ser dona dos degraus das escadas, um a um, vejo-me confrontada com a hipótese de vir a perder os metros quadrados que já conquistei.

Em 10 anos, fui 4 vezes de férias. Normalmente, gasto esses dias a dar formação especializada proporcionada pelos meus conhecimentos académicos e enriquecida pela experiência do trabalho que desenvolvi ao longo destes 25 anos. É esse rendimento extra que me permite enfrentar batalhas como a do início do ano escolar ou das mudanças de estação.

No país dos funcionários públicos que ouvimos descrever nos meios de comunicação social, já estaria no topo da carreira. Não se iludam. Em 14 posições, estou na 5ª, e preciso de trabalhar talvez mais 100 anos para conseguir chegar ao topo.

Nos últimos 5 anos obtive a classificação de Muito Bom, mas este ano nem sequer vou ter avaliação, porque não me chegaram a ser atribuídos objectivos. Não me fez grande diferença, porque há um objectivo que me norteia desde miúda: dar o meu melhor todos os dias. E é isso que continuo a fazer, mesmo hoje, em que vejo os meus direitos serem roubados desta maneira. Mesmo hoje, quando vejo que, 25 anos e muito trabalho depois, provavelmente nem vou conseguir suportar as despesas inerentes a ter filhos na universidade e vou ter de engolir em seco milhões de vezes para arranjar coragem de lhes pedir que consigam o milagre de arranjar um trabalho para poderem estudar,como eu fiz. Só que eu fi-lo na convicção de que estava a lutar para poder dar um futuro melhor aos meus filhos, como o meu pai, que só tirou a 4ª classe mas é o homem mais íntegro que eu conheço, fez comigo. E agora, sou obrigada a reconhecer que não consegui.

Sou funcionária pública, não consigo fugir aos impostos nem às deduções, nem a nada. Sou funcionária pública e trabalho para o meu país, para a minha comunidade, imbuída dum espírito de missão que só quem o tem pode compreender. 

Não me interpretem mal, mas não se atrevam a ter pena de mim. Sou uma pessoa muito forte. Tão forte que, mesmo sendo funcionária pública em Portugal, estou decidida a sobreviver. 

Texto escrito em comentário a este post.
                         

É desta que mostram a vossa indignação?


Mais informações aqui.
                   

Tirou-me as palavras da boca

«Ó senhor primeiro-ministro, você sabe lá o que é a vida.»
Jerónimo de Sousa, esta manhã no Parlamento

copiado daqui

Nem uma palavra

... sobre as notícias de ontem à noite. Tenho vergonha de viver num país assim.
                   

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Vai e brilha!

O corpo franzino escondia uma coragem e uma determinação do tamanho do mundo. Certo das suas convicções, não hesitou, não escolheu o caminho fácil, lutou e está a vencer. 

Ainda vamos ouvir falar muito dele, esta é só uma das primeiras conquistas. O jovem Orlando Rosado, com apenas 14 anos, foi convidado para  frequentar a Escola do Teatro Bolshoi de Moscovo, uma das melhores Escolas de Ballet do mundo.


A fotografia é do Jornal A Planície, 
a informação é do blogue da orgulhosa Escola dos Bombeiros.
             

760 100 812



As votações decorrem até quinta-feira. Estão à espera de quê para telefonar? O número? É o 760100812!

Adenda: A Inês venceu a eliminatória com uns esclarecedores 82%.
                 

domingo, 9 de outubro de 2011

Muito esclarecedor

Este é o horário de funcionamento de um estabelecimento comercial. Aceitam-se palpites para a sua identificação. E não esqueçam, se alguém vos obrigar a sair da loja antes das 28h88, podem sempre reclamar.

Tudo como dantes

Alberto João Jardim vence mais uma vez e continua a castigar-nos com a sua diarreia verbal. A culpa não é dele, evidentemente, é de quem num país livre e democrático, continua a escolhê-lo. Alguém há-de pagar, não é verdade?
           

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Habemus Nobel



O Prémio Nobel da Literatura foi hoje atribuído a Tomas Tranströmer, poeta sueco de 80 anos.

No meio da vida acontece que a morte surge e mede o homem. A visita é esquecida e a vida continua. Mas o facto está feito, silenciosamente.      
                 

Tanto orgulho no meu primo...



ComScore

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Justo e merecido





José Eduardo Cavaco receberá o título de Cidadão Honorário da Cidade da Covilhã.

José Eduardo Brites Cavaco é Natural de Moura, onde estudou até ao 12º ano na Escola Secundária de Moura (1987). É Licenciado em Biologia Marinha e Pescas pela Universidade do Algarve (1992), Doutorado em Biomedicina pela Universidade de Utrecht (Holanda – 1998); pós-doutorado - Universidade do Algarve no Grupo de Endocrinologia Molecular e Comparada (1998-2002). No dia 1 de Julho de 2002 assume o cargo que actualmente ocupa, Professor Auxiliar na Faculdade de Ciências da Saúde (FCS) da Universidade da Beira Interior, Covilhã. Paralelamente, integra o grupo de investigação de Endocrinologia e Reprodução do Centro de Investigação em Ciências da Saúde, onde co-orienta vários estudantes de doutoramento em Biomedicina e de mestrado em Ciências Biomédicas. A sua área de interesse no domínio da investigação está relacionada em descobrir novos genes que interajam com as hormonas esteróides sexuais e a regulação da espermatogénese. No âmbito da sua actividade pedagógica é coordenador de várias unidades curriculares; pertence ao Conselho Científico da FSC entre outros cargos.


José Eduardo Cavaco tem também um curriculum no campo cultural, onde é músico clarinetista da S.F.U.M. “Os Amarelos” (Moura) há 29 anos, tendo concluído o 8º grau do conservatório em clarinete em 2004; frequentou várias acções de formação/masterlclasses/cursos em Direcção de Bandas Filarmónicas/Orquestras de Sopros. Desde o dia 1 de Julho de 2005 é o Director Artístico da Banda da Covilhã, e seu presidente desde 2009. Neste âmbito lançou mais de cinquenta projectos, onde a aposta na formação musical, novos públicos são a tónica dominante, como por exemplo: Escola de Música, Valores e Talentos da Banda da Covilhã, Música para Bebés, Férias Dó-Ré-Mi e Férias Fá-Sol-Lá; Orquestra Juvenil “O Pautinha”; Orquestra Infantil 1ºs Sons; Banda Sinfónica da Covilhã; Concertos didácticos, Concerto de Primavera, Covilhã Filarmónico. Por outro lado, foi o mentor e impulsionador do Festival da Cherovia e da sua Confraria; do programa no Jardim dos santos populares “Com a Banda da Covilhã, até os Santos Dançam”, Carnaval, Brincolândia, etc… Todas as actividades visam sempre a angariação de fundos para o reequipamento instrumental e formação das crianças e jovens que frequentam a Banda da Covilhã. 


É membro da Assembleia de Freguesia da Conceição (Covilhã); Pertence ao Lions Clube de Belmonte – Pedro Álvares Cabral: Presidente da União de Bandas do Concelho da Covilhã; Presidente e Fundador da Confraria da Pastinaca (Cherovia) e do Pastel de Molho da Covilhã.


in Portal de Moura

Vá, riam-se lá...


               

domingo, 2 de outubro de 2011

II Encontro de Bibliotecários da Beira Interior


Estarei presente com muito gosto, a convite da organização, para partilhar a experiência da Biblioteca Municipal de Moura.