terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A demagogia em todo o seu esplendor.

A propósito disto, aqui vai.

Ponto 1. A "tragédia" aqui relatada também aconteceria, da mesma forma e com as mesmas consequências, se o pai estivesse casado com outra mulher. A falta de contacto com a família da mãe deve-se apenas à estupidez do pai, ou da família da mãe, ou de ambos. Não tem nada a ver com facto de o companheiro do pai ser um homem. Logo aqui fica o assunto arrumado e a estupidez evidente.

Ponto 2. Esta história é obviamente fabricada. Para ser verdadeira, ainda que absurda, a lei teria de ter sido aprovada há vários anos, o que como sabemos, não é verdade. Além disso, há fábulas, daquelas em que os animais falam e tudo, que são muito mais interessantes e bem escritas.

Ponto 3. Estamos contigo, Teresinha? Fogo, coitada da miúda...

Ponto 4. Estou cansada de gente cheia de "valores" nas palavras e de actos dúbios. Estou cansada de gente caridosa e respeitável que não hesita um instante em prejudicar a vida dos outros. Conheço vários casos e já senti os seus efeitos "caridosos". Sempre prontos a julgar, mas sem qualquer capacidade de autocrítica.

Ponto 5. Eu sei que sou picuinhas, mas perca é um peixe. Já tinha dito.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Em frente

Perante adversidades, processos complicados, conjunturas difíceis, costumo dizer: "Não há problema, eu sou do Sporting, estou habituada a dificuldades." As pessoas costumam rir-se, dizem que eu não perco uma oportunidade de falar no Sporting, mas raramente compreendem o que eu quero realmente dizer.

Ontem, o caricato episódio da Taça da Liga  foi apenas mais uma "infeliz coincidência" que veio provar aquilo que digo. Ser do Sporting é tudo o que já muita gente disse, mas é também um treino extraordinário para lidar com os presentes envenenados que a vida teima em trazer-nos. Dá-nos uma capacidade de resistência incomparável. Ajuda-nos a começar caminhos partindo sempre com expectativas baixas. Sabemos que pela frente não temos apenas a dificuldade habitual em qualquer processo, mas sim uma sucessão de rasteiras e armadilhas para as quais raramente estaremos preparados, mas dos quais seremos obrigados a recuperar sem hesitações, a reerguer-nos sem medo e a avançar até ao próximo obstáculo.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Porta aberta ao conhecimento


Programa de Voluntariado Porta Aberta


Assumindo integralmente a sua função de “porta de acesso local ao conhecimento”, consignada pelo Manifesto da UNESCO sobre bibliotecas públicas, a Biblioteca Pública de Évora constituiu um programa de voluntariado designado Porta Aberta.

Pretende-se com esta iniciativa o aprofundamento e fortalecimento da ligação entre a comunidade eborense e a sua Biblioteca, estimulando o sentido de pertença comunitária do património à sua guarda e contribuindo em simultâneo para a concretização em tempo útil das tarefas e acções em que se traduz a nobre missão da Biblioteca Pública.

Funcionamento do programa

O programa de voluntariado tem duração variável, estipulada por acordo entre a BPE e o/a Voluntário/a e obedece à assinatura de um Contrato de Voluntariado entre as partes interessadas, em conformidade com o respectivo Regulamento.

Além da necessária formação inicial, os voluntários recebem acompanhamento tutorial durante a vigência do contrato, procurando garantir o adequado desempenho das funções a que se propõem.

No formulário de inscrição, os candidatos a voluntários devem indicar a área de actuação em que pretendem desempenhar funções, sendo que as áreas prioritárias de intervenção são:
. Conservação preventiva e pequenos restauros;
. Arrumação de documentos;
. Apoio à realização de atividades culturais;
. Apoio ao tratamento e organização de documentos;
. Apoio ao atendimento ao público.
Todos os esclarecimentos e informações adicionais podem ser prestados presencialmente, por telefone (266769330) ou via email (bpevora@bpe.pt). O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis na página da Biblioteca Pública de Évora, acessível em http://www.evora.net/bpe/Actividades/Voluntariado/Voluntariado.htm.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

A escola "pública"

Só não há dinheiro para pagar a professores. De resto, tudo é possível. Até isto.


             

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

A segunda vida da Majora


Os jogos que acompanharam a nossa infância foram sendo progressivamente votados ao abandono, substituídos pelas consolas e outros gadgets que os miúdos manuseiam cada vez mais cedo. Condenada ao fracasso, a Majora encerrou as suas portas em Fevereiro, mas conhece agora uma nova vida no domínio digital. Para trás ficam as varinhas do Mikado, os peões do Jogo da Glória ou este fantástico Sabe-Tudo. Quem se lembra?
 

Património imaterial do Alentejo


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Opções

A Câmara de Beja vai atribuir o nome de Eusébio a uma rua. O mesmo se vai passar em Tomar. A política tem destas coisas e a gestão autárquica também. Em certos sítios, não há nada como dizer Benfica pelo menos três vezes ao dia para cair em graça.

Alguém sabe se há algum município a inaugurar uma Rua Nelson Mandela? Ou, para nos ficarmos pelos portugueses, uma Rua Aristides de Souza Mendes? Isso é que era!

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Corrigindo a clubite, sou fã destes rapazes



Como quando o [Sporting] perde em casa
Ou me deito com o grão na asa 
Fico tonto, zonzo assim só de me lembrar 

Ou como quando andava nos carrinhos 
Do senhor de Matosinhos 
Perna à banda, bamba assim só de me lembrar 
    
E agora, quem me diz onde é o norte? 
Se fui tonto em tentar a sorte 
Com quem não tem dó de mim 
Tanto que eu às tantas fico tão, tonto de ti. 

Como quando me negaste um beijo 
Na noite do cortejo 
Fico zonzo, zonzo assim só de me lembrar 

Ou como daquela vez na escola 
No recreio a cheirar cola 
Fico tonto, zonzo assim só de me lembrar 

E agora, quem me diz onde é o norte? 
Se fui tonto em tentar a sorte 
Com quem não tem dó de mim 
Tento há tanto tempo que ando tão, tonto de ti. 
Tonto de ti. Tonto de ti. 

E agora, quem me diz onde é o norte? 
Se fui tonto em tentar a sorte 
Com quem não tem dó de mim 
Tento há tanto tempo que ando tão, tonto de ti. 
Tonto, tonto de ti. 
Tonto, tonto de ti.