Não disse até hoje uma palavra sobre o "terrorista da Noruega". Desculpem a frieza, mas para mim não passa de um lunático mal formado com problemas muito graves de ego. A sua loucura custou a vida a quase uma centena de pessoas e para isso não há qualquer justificação.
Ver as autoridades e os meios de comunicação social ajoelhados a seus pés à espera de "esclarecimentos", "explicações" e "novos planos" parece-me doentio. Se a justiça decretou clausura total durante 4 semanas (se não estou em erro) porque é que continuamos a dar atenção a este doido genuinamente mau? É precisamente essa atenção e esse poder que ele pretende, como esta última exigência bem atesta. O sorriso de vitória que exibe nas imagens é a prova de que estamos a agir conforme a sua vontade. Não acham que já chega?
domingo, 31 de julho de 2011
Não havia necessidade
Não há dúvida, o Sporting iniciou a época. Este ano até parecemos os vizinhos da 2ª circular: capas e capas de jornais com novas aquisições, estrelas que chegam determinadas a marcar golos e ganhar campeonatos e depois, no terreno, é isto. Três golinhos a seco.
sábado, 30 de julho de 2011
Um pulinho à Idade Média
XV Viagem Medieval em Terra de Santa Maria |
Cavaleiros e donzelas, reis e rainhas, pedintes e mulheres do povo, regateadores e mercadores, artesãos e artífices. Juntos, tomam conta do centro histórico de Santa Maria da Feira à boa maneira medieval. De 28 de Julho a 7 de Agosto. |
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E o documento essencial para recriar este ambiente é o livro Afonso Henriques, o homem, da autoria da minha colega blogger Cristina Torrão.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Speedy Coelho Gonzalez
Pedro Passos Coelho diz que o Governo não perdeu tempo. Pois não. 30 dias e 235 nomeações?
A lista publicada (aqui) ainda não inclui os dados dos Negócios Estrangeiros, da Administração Interna, da Justiça, da Economia e do Emprego, da Saúde, da Educação e Ciência, da Solidariedade e da Segurança Social, para além da Secretaria de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade.
Ou seja, ainda falta conhecer a maior parte.
A lista publicada (aqui) ainda não inclui os dados dos Negócios Estrangeiros, da Administração Interna, da Justiça, da Economia e do Emprego, da Saúde, da Educação e Ciência, da Solidariedade e da Segurança Social, para além da Secretaria de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade.
Ou seja, ainda falta conhecer a maior parte.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Saramago vale menos do que o papel higiénico
A Notícias Magazine (publicada com o DN e o JN) está a celebrar a edição 1000. Como tal, resolveu elaborar uma lista das 1000 coisas que mais orgulho trazem aos portugueses. José Saramago, Nobel da Literatura, está em segundo lugar (o outro Nobel, Egas Moniz, vem em 4º).
E sabem o que ocupa o primeiríssimo lugar?
O papel higiénico. Preto. Da Renova.
Coincidência ou não, a lista também é publicada sobre um fundo absolutamente negro. Ora vamos lá a saber... Quanto é que a Renova pagou por isto?
Aliás, a quantidade de marcas quase desconhecidas é impressionante. O 25 de Abril, "Data que marca a passagem da ditadura para a democracia em Portugal. É um caso quase inédito no mundo, pois tratou-se de um golpe militar sem derramamento de sangue" ocupa o 52ª lugar, duas posições depois de uma coisa que se chama Tela Bags e dez posições atrás das famosíssimas "Máquinas Agrícolas Oesteagric". Não conhecem? Eu também não, mas dão mais orgulho do que viver em democracia.
Em 67º lugar está a Língua Portuguesa. A esta altura convém alguém ir ao túmulo do Fernando Pessoa, porque o pobre coitado deve estar às voltas. E o Camões então... só aparece em 121º. O fado está em 91º e a gastronomia tradicional só começa a parecer depois dos 80 (andam os senhores da RTP a gastar uma fortuna para escolher as 7 maravilhas...)
Só um mistério me intriga. Em 268º surge a Torre de Belém, com a descrição "Feito pela Carla Amaro". E o Francisco de Arruda a carregar com os louros estes anos todos...
A sério, vão lá ver. É o que se chama um trabalho digno de limpar as mãos à parede. Daí a importância do papel higiénico. Preto.
E sabem o que ocupa o primeiríssimo lugar?
O papel higiénico. Preto. Da Renova.
Coincidência ou não, a lista também é publicada sobre um fundo absolutamente negro. Ora vamos lá a saber... Quanto é que a Renova pagou por isto?
Aliás, a quantidade de marcas quase desconhecidas é impressionante. O 25 de Abril, "Data que marca a passagem da ditadura para a democracia em Portugal. É um caso quase inédito no mundo, pois tratou-se de um golpe militar sem derramamento de sangue" ocupa o 52ª lugar, duas posições depois de uma coisa que se chama Tela Bags e dez posições atrás das famosíssimas "Máquinas Agrícolas Oesteagric". Não conhecem? Eu também não, mas dão mais orgulho do que viver em democracia.
Em 67º lugar está a Língua Portuguesa. A esta altura convém alguém ir ao túmulo do Fernando Pessoa, porque o pobre coitado deve estar às voltas. E o Camões então... só aparece em 121º. O fado está em 91º e a gastronomia tradicional só começa a parecer depois dos 80 (andam os senhores da RTP a gastar uma fortuna para escolher as 7 maravilhas...)
Só um mistério me intriga. Em 268º surge a Torre de Belém, com a descrição "Feito pela Carla Amaro". E o Francisco de Arruda a carregar com os louros estes anos todos...
A sério, vão lá ver. É o que se chama um trabalho digno de limpar as mãos à parede. Daí a importância do papel higiénico. Preto.
domingo, 24 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Mai nada!
Dizem por aí que Alberto João Jardim escreveu uma carta cheia de preocupação ao Presidente da República, em que defende que a receita cobrada nas regiões autónomas através da taxa extraordinária de IRS deve ficar nas ditas Regiões Autónomas e não ser canalizada para o bolo total do Orçamento de Estado.
Por uma vez, caro Alberto João, estamos de acordo. Pela mesma ordem de ideias, toda a receita obtida no continente deve cá ficar e não devemos transferir nem mais um cêntimo para as ilhas, perdão, para as regiões autónomas e praticamente independentes dos Açores e da Madeira.
Política - Fisco: "As receitas fiscais têm que ficar na Madeira", declarou Alberto João Jardim - RTP Noticias, Áudio
Por uma vez, caro Alberto João, estamos de acordo. Pela mesma ordem de ideias, toda a receita obtida no continente deve cá ficar e não devemos transferir nem mais um cêntimo para as ilhas, perdão, para as regiões autónomas e praticamente independentes dos Açores e da Madeira.
Política - Fisco: "As receitas fiscais têm que ficar na Madeira", declarou Alberto João Jardim - RTP Noticias, Áudio
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BIBLIOTECAS: ESTAMOS DISPONÍVEIS
No dia em que as bibliotecas de todo o país podem voltar a reabrir ao público, mais de 100 mais de 400 personalidades de vários sect...
