segunda-feira, 30 de novembro de 2015

sábado, 28 de novembro de 2015

Para ler

A crónica de Pacheco Pereira no Público: http://www.publico.pt/politica/noticia/acabou-acabou-acabou-1715820

Não acabou,  nem podemos ceder à tentação de pensar que agora tudo se vai resolver por si. É preciso limpar o que ainda ficou para trás. É preciso construir um caminho diferente.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Expectante


As vozes que já se fizeram ouvir dizem que será um bom Ministro. Não tenho opinião formada, vou esperar para ver. Para já foi uma surpresa, o que não é mau.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Quanto nos custa uma biblioteca?

Na era das tabelas excel, respondo com outra questão. Quanto poupa se utilizar a sua biblioteca? Faça os cálculos aqui, é fácil:


Depois, se ainda tiver dúvidas, consulte o orçamento da sua Biblioteca e divida pelos habitantes do seu concelho para saber exactamente quanto sai do seu bolso para financiar a biblioteca.

Quem havia de dizer? Um investimento altamente lucrativo!

domingo, 15 de novembro de 2015

E ser feliz

E é isto, sem o episódio do estacionamento e sem qualquer ilusão romântica.

Também tive este choque,  quando ouvi a minha filha mais velha,  há muitos anos, falar na casa da mãe e na casa do pai. Foi aí que percebi que, na ânsia de fazer tudo certinho, de ser politicamente correcta, justa e isenta, tinha falhado no mais importante: ser a família e a casa deles. E foi o que fiz daí em diante.

Se falo nisto, não é para me lamentar ou lavar roupa suja.  É para que outras mães e outros pais possam pensar nisso. Deixar de viver em função do que se passa do outro lado, seja bom ou mau, e procurar apenas ser o lugar a que eles chamam casa. E ser feliz assim.

sábado, 14 de novembro de 2015

Paris, todos os dias.

E se o horror que se viveu em Paris fosse diário? Se as bombas, os tiros, os cadáveres fossem constantes? Se as ruas fossem uma amálgama de destroços e fossemos obrigados a considerar a possibilidade de todos os familiares que deixámos de ver estarem mortos?

Não fugiam dali? Não tentavam salvar os vossos filhos? Eu tentava.
Pensem nisto quando culparem os refugiados por todos os males.


Nenhum homem é uma ilha.

No momento em que passam quatro anos sobre aqueles dias loucos e felizes da minha transferência para Évora, apercebo-me do impacto que a...