terça-feira, 29 de novembro de 2011

Estou sem palavras com tanta generosidade

Os funcionários públicos (esses malandrecos!) que receberem o vencimento de 1090 euros por mês (uma fortuna!) vão ter ainda direito a 64 euros de subsídio de férias e de natal em 2012 e 2013.

No verão deve dar para adquirirem um passe mensal para a piscina pública (depende da tabela de preços da piscina e da dimensão do agregado familiar), e no natal, podem adquirir um par de meias a cada membro da família...

E ainda se queixam, estes atrevidos!
     

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Email



Aparentemente, o meu endereço de email tem andado a disparar mensagens de spam para os meus contactos. A todos os atingidos, apresento as minhas desculpas e aproveito para pedir a amigos, conhecidos e colegas, bem como aos visitantes do blogue, que passem a contactar-me, quando necessário, para o endereço zelia.parreira@gmail.com.

Obrigada.
               

terça-feira, 22 de novembro de 2011

É só para dizer...

...que não tenho escrito aqui nada porque fiquei encandeada com a iluminação de natal e o fogo de artifício da Madeira.
         

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Nestas alturas não consigo deixar de pensar que nós, bibliotecários deste país, falhámos redondamente...



Há, com toda a certeza, mais gente que falhou, mas eu gosto de assumir as minhas responsabilidades. Enquanto instituição promotora do acesso livre e democrático à informação, à cultura e ao lazer, cada uma destas asneiras pesa-nos como chumbo.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

O esplendor antes do fim

Depois de tantos milhares de euros, horas de intermináveis cerimónias, ciclos de exposições, congressos e tertúlias para comemorar o primeiro centenário da República Portuguesa, o governo decide simplesmente abolir a importância da data.

Ao defunto feriado de 5 de Outubro deve juntar-se o igualmente "insignificante" 1 de Dezembro, data da restauração da independência, o que aliás, faz sentido nesta época em que a perda de soberania é apenas uma questão legal.
                               

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Não gostou da estadia

Paulo Portas decidiu fechar sete embaixadas e cinco vice-consulados. Em contrapartida, Portugal vai inaugurar uma representação oficial noutros países, como por exemplo no Qatar. Compreende-se, o Ministro precisa de um lugar aconchegante onde possa ficar enquanto decorrer o Mundial.
                   

Inconvenientes das férias

O Manuel Luís Goucha anda pelo estúdio a fazer de conta que é o Adão a correr pelo Jardim do Éden, fingindo estar a fazer xixi nas árvores. Em directo e ao som da gaita de foles que é a voz da colega.

Como é que não havíamos de chegar a este estado?
                     

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Eficência

O que a justiça não conseguiu, o que a indignação da população não conseguiu, o que as eleições não conseguiram, acaba de ser atingido enquanto o diabo estava a esfregar um olho pela poderosa Economia. Berlusconi demitiu-se e saiu sem honra nem glória...

Quem é o senhor que se segue?
                     

Desta é que é!


Álvaro Santos Pereira declarou hoje que 2012 irá marcar o fim da crise e será o ano da retoma para o crescimento de 2013 e 2014. "Que não exista qualquer dúvida"


Oh senhores...!

  

domingo, 13 de novembro de 2011

Infeliz

Também não gosto de si. Nunca gostei, na realidade. Sempre o achei um parasita que corre o mundo pendurado da Selecção. O mais grave é que a Selecção Nacional é sustentada por todos os contribuintes portugueses e por todos os clubes, incluindo os Sportinguistas e o Sporting Clube de Portugal.

Agora que já declarou a sua imparcialidade e falta de vergonha, espero que a Federação se esqueça de si no aeroporto na próxima deslocação.

Ah, já me esquecia.  O melhor jogador português de sempre é o Cristiano Ronaldo, contra factos não há argumentos. E a seguir creio que é o modesto e discreto Pauleta.
                               

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Só um desabafo

O dia está cinzento escuro, a crise ainda não passou, aquela coisa que apareceu nas nossas vidas ainda não desapareceu... e no entanto, por alguma razão que desconheço, há uma promessa de claridade no ar.
           

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Coisas que me irritam

Abrir a página da Caixa Geral de Depósitos e dar de caras com a nova campanha publicitária que nos custa os olhos da cara... Um caso infeliz de tiro no pé?




Porque a Biblioteca é o centro do mundo...


...é aqui que acontece tudo o que vale a pena. 

Vai valer a pena assistir à apresentação dos resultados de nove anos de trabalho arqueológico no Castelo de Moura. Contamos com a vossa presença. Não faltem.


Ninguém ficou bem nesta fotografia

O Público traz hoje a notícia de um aluno de 5º ano apanhado a cabular durante um teste de português. Ao que parece, o aluno enviava as perguntas à mãe por sms e a mãe, tão preocupada, enviava as respostas na volta do correio.

O miúdo é um cábula e crescerá pensando que os outros é que têm a responsabilidade de lhe facilitar a vida. A mãe leva longe de mais o "envolvimento parental" e não contribui em nada para a formação de valores como a autonomia, a responsabilidade e sim, muito importante, a honestidade do seu filho. A professora não tinha mais nada com que se entreter a não ser coscuvilhar a caixa de mensagens do telemóvel particular de um aluno e o director da escola, em plena era digital, proíbe o uso de toda e qualquer tecnologia dentro da sala de aula, quando é urgente e imperativo que alunos e professores aprendam a conciliar a tecnologia com a aprendizagem, usando a primeira para conseguir a segunda.

O verdadeiro problema, no entanto, está na mentalidade. O que conta é a avaliação, o valor inscrito nas pautas e que servirá de base a estatísticas que colocarão o nosso país em lugares honrados nos rankings europeus e mundiais. A aprendizagem efectiva passou a ser uma cruzada de meia dúzia de utópicos que ainda insistem em fazer do ensino e da educação uma missão e não apenas um emprego ou a consequência inevitável de ter tido filhos.
                         

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Todos por todos



A Associação Cultural em Honra de Nossa Senhora do Carmo já está acessível na internet através de um blogue, cujo link passa também para a barra lateral. Acompanhe o percurso, as actividades e associe-se a esta entidade que quer garantir a continuidade das nossas Festas.
                 

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Uma noite bem passada




Foi assim o serão de sexta-feira. Meia centena de pessoas encheram uma das salas da Biblioteca para ouvir Miguel Urbano Rodrigues a propósito da apresentação do seu último livro. A conversa correu fluída, limpa e livre e soube muito bem.
           
                     

domingo, 6 de novembro de 2011

Provocação que se impõe fazer

Depois de tantas semanas a ouvir piadas e até alguns insultos (especialmente do meu Admirador Alegadamente Anónimo), certezas absolutas sobre a iminente descida de divisão do Sporting, quem diria que na primeira semana de Novembro só estaríamos a um ponto dos campeões de Tudo e Mais Alguma Coisa?
                       

A pólvora

Irritou-me este trabalho jornalístico da SIC. Quando há por esse país tantos projectos ricos, dinâmicos, inovadores, fruto de muito trabalho, imaginação e esforço de tantos técnicos e do investimento corajoso de tantas autarquias, estes destaques saídos do nada picam-me na pele.

É uma boa iniciativa? Sim, indiscutivelmente. Merece honras de destaque em horário nobre na televisão? Só depois de serem mostradas as dezenas de projectos muito mais interessantes que as bibliotecas portuguesas continuam a teimar em concretizar. E mesmo em termos de bibliotecas itinerantes, convenhamos, há mais para ver. Mas mais vale cair em graça do que ser engraçado, não é?
                             
Adenda: Não é dor de cotovelo. É mesmo armar-me em Calimero. Que injustiça, pá!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Sobre o (não) referendo na Grécia

Provavelmente, tudo não passou de uma birra rapidamente admoestada pelos mestres-escola da Europa. Ou então, foi uma jogada indecente de um político que queria apenas salvar a pele. Ou há ainda  a remota hipótese de só virmos a perceber o que realmente se passou quando o lermos nos livros de história, porque agora, tudo se passa nos bastidores.

A nós só nos compete pagar, que é lá isso de querer dar opinião?
                               

Copy & paste

Já tiveram a sensação de ler um texto e chegar ao fim com mais dúvidas do que antes de lhe porem a vista em cima? Foi o que aconteceu aqui.

O tema é interessante: O GMT (Greenwich Mean Time), pelo qual se regem os relógios de todo o mundo pode deixar de ser a referência para ser substituído pelo Tempo Universal Coordenado (UTC), calculado a partir dos dados de 400 relógios "atómicos".

Este tempo "atómico", muito mais preciso, difere em algumas fracções de segundo do tempo solar, medido a partir do movimento de rotação da Terra, o que obrigava a acertos regulares na hora definida. São esses acertos que estão a causar incómodo às redes de telecomunicações e aos sistemas de navegação por satélite, por exemplo.

Como é que eu sei isto tudo? Porque acabei por encontrar o artigo original de onde a informação foi retirada através de um processo simples de copiar/colar, baralhar e voltar a dar.

Tsss, tsss, não é assim que se pesquisa informação...
                   

Só mais uma

A Inês acaba de vencer a eliminatória, tendo sido apurada para a final trimestral. No fim do ano teremos oportunidade de a apoiar novamente e aí sim, ajudá-la a chegar à grande final nacional. Parabéns, Inês!
                     

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Em apenas seis meses...



Do blogue Aventar.
                     

Sobre o referendo na Grécia

Pedimos desculpa por esta intervenção não programada da Democracia. A Economia promete retomar o controlo da situação dentro de breves instantes.
                   

Nenhum homem é uma ilha.

No momento em que passam quatro anos sobre aqueles dias loucos e felizes da minha transferência para Évora, apercebo-me do impacto que a...