quarta-feira, 23 de maio de 2012

Coerência, democracia e outras coisas insignificantes

Ficámos a saber que o senhor Presidente da República escreve como aprendeu na escola, e que depois há alguém que lhe corrige o que está certo, transformando-o num desses desagradáveis textos em acordês. Acontece que este senhor, foi uma das personalidades que ratificou esta bela "coisa", como ele próprio esclarece: "Quando fui ao Brasil em 2008, face à pressão que então se fazia sentir no Brasil, o Governo português disse-me que podia e devia anunciar a ratificação do acordo, o que fiz”.

Obrigada, senhor Presidente, por ter seguido as ordens que lhe deram, apesar de não tencionar cumprir o que estava a ratificar e de não ter prestado atenção à vontade da maioria da população portuguesa. Ainda é assim que as coisas se decidem em democracia, não é? Pela vontade da maioria?

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