Quando veio, Mostrou-me as mãos vazias, As mãos como os meus dias, Tão leves e banais. E pediu-me Que lhe levasse o medo, Eu disse-lhe um segredo: "Não partas nunca mais"
Sem comentários:
Enviar um comentário
Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.
Sem comentários:
Enviar um comentário
Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.