A música que tocou uma vez e alastrou pela internet para ser hino de uma geração

Nos concertos dos Deolinda nos coliseus do Porto e de Lisboa, uma música nova fez furor. Chama-se "Que Parva que eu Sou", não se encontra em qualquer disco dos Deolinda e retrata a "geração sem remuneração", com passagens como "que mundo tão parvo onde para ser escravo é preciso estudar".




Sou da geração sem remuneração
E não me incomoda esta condição
Que parva que eu sou
Porque isto está mal e vai continuar
Já é uma sorte eu poder estagiar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar

Sou da geração "casinha dos pais"
Se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
E ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar

Sou da geração "vou queixar-me pra quê?"
Há alguém bem pior do que eu na TV
Que parva que eu sou
Sou da geração "eu já não posso mais!"
Que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou
E fico a pensar,
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar
                          

Comentários

  1. A geração sem remuneração vai-se ver à rasca no dia em que lhe faltar a casinha dos pais.

    Ass. - A geração rasca.

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  2. Fulano Tal05/02/11, 22:59

    A unica geração rasca em Portugal é esta geração de politicos corruptos que governa o país.

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  3. Não digo geração esta ou aquela.
    O que eu sei, é que grande parte de qualquer geração, não trabalha e têm remuneração. Muitos deles, maior do que aqueles que trabalham. E quantos mais filhos têm, mais ganham.
    Esta geração de politicos é rasca?
    Não admira, num país de rascas!!!

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