Não há prémio para ninguém

O Júri do Prémio Leya, constituído por diversas personalidades e presidido por Manuel Alegre, considerou não haver uma única obra, de entre as 325 apresentadas a concurso, que merecesse os 100 mil euros a atribuir.

Duas questões:
1. Nem uma menção honrosa, nada?
2. Como é que conseguiram ler as 325 obras, ainda por cima com o presidente do júri em campanha eleitoral?

                        

Comentários

  1. e eles lêem alguma coisa? Lêm o resumo e principalmente o nome do autor do livro.

    ResponderEliminar
  2. Tu és muito mazinha. Bate já nessa boca!

    ResponderEliminar
  3. No poupar é que está o ganho...

    ResponderEliminar
  4. Perdi-me na net e vim aqui parar...e agora, entre a profunda ironia dos textos e a memória docemente nostálgica dessa coluna aí no lado direito...não encontro a porta de saida...Olhe..vou ter que ficar aqui abancado!

    ResponderEliminar
  5. Mázinha eu? Nesse caso nem vou falar na mera hipótese de, em vez de lerem o nome do autor, como refere o Daniel, lerem apenas as cartas de recomendação...
    Também acho que é uma questão de poupança, mas ficava mal dizer, não era? Seria deitar por terra as expectativas dos concorrentes. Assim não, só lhes anularam qualquer réstea de esperança.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário