quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A democracia segundo a "Time"

Os leitores da revista Time elegeram Julian Assange como o "Homem do Ano" com 382 020 votos. Em segundo lugar estava o Presidente da Turquia, seguido por Lady Gaga. Do "Top 10" constavam ainda os humoristas norte-americanos Jon Stewart e Stephen Colbert (que convocaram concentrações para as vésperas das eleições norte-americanas de Novembro, em reacção ao movimento da direita conservadora "Tea Party"), o Presidente norte-americano Barack Obama, os mineiros chilenos e os desempregados norte-americanos. Em décimo lugar, estava o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, de 26 anos.

Por isso, é natural que todos esperassem uma capa parecida com esta:


Mas afinal, a Time preferiu outras opções. Zuckerberg está em primeiro lugar, seguido pelo movimento conservador norte-americano "Tea Party" e só no 3º lugar surge o nome de Julian Assange.

Assim sendo, e depois deste exercício de cidadania e democracia, a capa da Time que estará nas bancas, é esta:




                    

1 comentário:

  1. Não me surpreende...de todo. Os Estados Unidos têm interesses a nível mundial e tudo o que possa consciencializar as massas deve ser relegado para segundo plano, sob pena de haver movimentações populares que podem acabar com os ditos interesses. A Times, à semelhança de outras publicações americanas, não fazem mais do que atirar areia para os olhos das pessoas, ao relegar para segundo plano as questões que relamente interessam, numa autêntica lavagem ao cérebro dos cidadãos, que tentam depois passar para osm outrosm povos. E eu pergunto, caramba (pra não dizer palavra pior): europeus, africanos e asiáticos somos muitos mais do que os "americanos"! Temos que ter medo do quê? Expliquem-me, porque ainda não entendi. E não sou propriamente louro (que me perdoe a classe)...
    Todos juntos podemos ser muito melhores que qualquer governo americano, com a CIA, FBI e o diabo que os carregue...porquê? Digam-me?
    E não me venham dizer que já tenho o cartão e m..... dessas, sejam mais inteligentes sim?

    Luís Amor

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