Por manuel gouveia, no blogue 2711
Assédio moral no trabalho agrava-se. (ler aqui)
Engloba, segundo a investigadora no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa, a socióloga Luísa Veloso, «situações várias», que não são recentes nas sociedades contemporâneas, mas «que se têm vindo a agravar», em que se verifica uma «infernização do quotidiano das pessoas», no local de trabalho, por parte dos superiores hierárquicos ou dos próprios colegas.
As pessoas passam a ter de «desempenhar funções para as quais não estão preparadas» ou a «trabalhar muito mais horas do que é suposto» ou a serem forçadas a assumir mais responsabilidades ou exigências.
Casos destes, alerta a investigadora, estão por todo o lado, nas empresas privadas ou nos organismos do Estado e incidem quer sobre «quem fica e permanece no activo, a trabalhar», quer sobre os trabalhadores que os patrões querem dispensar recorrendo a um «processo silencioso» que passe por cima dos direitos sociais adquiridos.
Este é o país que pretende melhorar a sua produtividade e acredita que para isso precisa pôr de lado a moral, os valores e o respeito pelo próximo. Este é um povo que entrou num processo de extermínio colectivo e selvagem.
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Estamos todos a olhar para o Kadhafi de cá e para o PEC da Líbia e não vemos a ponta do nosso nariz.
ResponderEliminarmuito bem.
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