Estes estrangeiros andam sempre a inventar!

Parece que ao contrário de Portugal, a Finlândia, a Inglaterra, os Estados Unidos e outros países que costumam liderar rankings económicos, de produtividade, de literacia e outras coisas boas, estão a apostar em escolas mais pequenas, encerrando os estabelecimentos educativos com elevado número de alunos.

A notícia que pode ser lida no Público refere que "em Nova Iorque, a taxa de sucesso entre os alunos que foram transferidos para escolas mais pequenas é superior à dos que permanecem nos velhos estabelecimentos. (...) Na Finlândia, a pequena dimensão é apontada como uma das marcas genéticas de um sistema de ensino que se tem distinguido pelos seus resultados de excelência." Aliás, naquele país é ponto de honra que nenhuma criança tenha de percorrer mais de 5 km para chegar à escola. Por cá... Bem, cá não é como lá.

No caso de Nova Iorque, a taxa de sucesso escolar, que rondava os 40% nas escolas de grande dimensão, subiu já para os 69% entre os alunos das novas escolas mais pequenas.

Em Portugal, pelo contrário, fechamos as escolas pequenas, mesmo as que são de construção ou remodelação recente, dando lugar a novos mega-agrupamentos, que juntam várias escolas sob uma mesma direcção, e que terão uma dimensão média de 1700 alunos que poderá crescer até ao limite de três mil estudantes."

Para resolver o problema do insucesso escolar, criamos medidas administrativas e baixamos consideravelmente o grau de exigência dos exames.

Muito mais fácil! Estes tipos têm muito que aprender connosco!

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